Oi gente! Estão gostando do meu esforço? Eu estou adorando. Bom, como vocês sabem, sou fãzona de cinema, mas confesso que estou deixando à desejar no quesito presença nas salas assistindo os novos lançamentos. Vergonhoso, eu sei, mas enquanto isso, vou recapitular um dos filmes que mais gostei esse ano e que, por conta de tamanha repercussão, não poderia deixar passar em branco: Aquarius.


            “Clara (Sônia Braga) mora de frente para o mar no Aquarius, último prédio de estilo antigo da Av. Boa Viagem, no Recife. Jornalista aposentada e escritora, viúva com três filhos adultos e dona de um aconchegante apartamento repleto de discos e livros, ela irá enfrentar as investidas de uma construtora que tem outros planos para aquele terreno: demolir o Aquarius e dar lugar a um novo empreendimento.” Confesso que fui para o cinema apenas com o trailer – bem mais abstrato do que a sinopse – e me surpreendi com o filme. Foi aclamado pela crítica, mas não faz aquele estilo de filme bem visto porque é tão cult que ninguém mais entende, apenas os críticos. Muito pelo contrário!
            Achei que “Aquarius” retrata bem como é ser uma mulher adulta envelhecendo no Brasil. As características de Clara se confundem facilmente com a história de qualquer senhora vivida na mesma época. Além disso, vi bastante sensibilidade ao tratar de um assunto que deve ser abordado no Brasil por conta do alto número de casos: o câncer de mama, explorado em certos pontos que só vi até hoje mulheres que superaram a doença falando sobre. Fiquei extremamente satisfeita com o filme: algo que faça a sala inteira rir, chorar, sentir a dor de Clara (por conta de uma atuação ma-ra-vi-lho-as de Sônia Braga), se decepcionar com ela e ficar com raiva em questão de minutos conseguiu agradar, não somente críticos nacionais, mas também críticos de grandes festivais internacionais. Merecidíssimo, grande filme.
            Se você, ficou decepcionado porque ainda não viu, corre para ver porque, apesar de um número restrito de sessões, ainda existem cinemas exibindo. Se na sua cidade não tiver mais nenhuma sala com ele, a dica é: dá um jeito de assistir, porque vale a pena cada um dos 145 minutos (grandinho, né?). Enfim, espero que vocês gostem/tenham gostado tanto quanto eu de “Aquarius” ou que eu tenha te deixado com a pulga atrás da orelha para assistir logo. Comente aqui embaixo, me conte sobre o que você achou e até o próximo post!


            Oi gente! Eu disse que ia tentar manter o blog e cá estou eu, me esforçando muito para manter as postagens, mesmo na correria. Hoje eu vim falar de um assunto que sempre passa na minha cabeça: quando eu vejo pessoas de fones de ouvido, escutando música, eu imagino pelas características físicas dela o que ela escuta (sim, o pré-conceito bobo meu). Pensando nisso, eu imagino que eu não pareço ouvir os meus hip hops, mas considerando as outras playlists que eu já fiz, dá para imaginar meu gosto musical. Sendo assim, eu fiz uma playlist com músicas diferentonas, aquelas que eu escuto bastante, mas acho que ninguém jamais pensaria que eu gostasse. Espero que eu surpreenda vocês!

  

            O post de hoje é curtinho, mas é quebrador de padrões (toda revolucionária kk). Bom, caso vocês não conheçam alguma dessas músicas ou o trabalho desses artistas por não fazerem “seu estilo”, espero que eu tenha ajudado um pouquinho, afinal, alguns deles realmente não estariam aqui se eu não tivesse me aberto para novos estilos musicais, então bora romper com essa ideia de que temos um estilo só. Comentem o que vocês acharam da playlist e espero vocês no próximo post! 


            Oi leitores maravilhosos e super pacientes, afinal eu não me canso de sumir! Acho que pedir desculpas não funcionam mais, né? Bom, quero dizer que o blog é uma coisa que toma tempo e grande parte das minhas ideias também, porém, por ser um “segredo” meu comigo mesma, eu não sinto essa obrigação de o manter atualizado (mesmo sabendo que eu deveria). Jurei para mim que isso iria mudar, que o blog merecia ser uma versão explícita de tudo o que eu vivo com pitadas das coisas que eu gosto (cinema, moda, arte, dicas, etc) e é assim que ele vai ser. 
            Para começar com o pé direito, eu optei continuar a falar sobre aquele post de mudança dos 20. Como assim? Eu estou sentindo a idade pesar a partir desse ano e, especialmente, depois de julho (quando faço aniversário). Sendo assim, eu decidi que ia focar mais na minha vida profissional, no meu curso e, também, na minha vida pessoal (não estou falando de crush, mas de relacionamentos em geral, valorizar o que me faz bem). A partir daí, resolvi fazer um resumo das férias/mudanças e guia do que eu já percebi durante esses primeiros meses com vinte anos. Se preparem por que não é pouca coisa!
            1- O trabalho chega para todos: Achei que esse primeiro período cursando Jornalismo em uma universidade federal seria pesado, com diversos trabalhos e poucas horas de sono. Pena que não foi só isso. Tivemos também uma espécie de estágio não remunerado em uma das oficinas (matérias práticas e, normalmente, de menor duração), trabalhos que exigiam habilidades que eu não possuía (por exemplo, fazer gifs ou criar e editar um programete de rádio), além de textos confusos com mais de 20 páginas de um dia para o outro. Eu fiquei assustada a princípio, mas hoje eu vejo que isso é uma espécie de preparação para esses estágios malucos que exigem seu máximo (aka: Anne Hathaway, em “O Diabo veste Prada”). Claro que nem todos os estágios são dessa forma, porém todos, em algum momento da vida, passarão por momentos de estresse no trabalho e isso é o que a gente aprende na faculdade (de uma forma meio louca, mas é basicamente isso).
            2- Já a maturidade, não chega igualmente para todos: Sempre existirão aqueles coleguinhas que parecem não ligar para o curso, para as notas, para a vida, para nada! Não deixe eles te abalarem e fazerem você perder seu interesse naquilo que você ama. Confesso que demorei para perceber isso, mas funciona! Muita gente ingressa na faculdade em um curso qualquer por estar perdido e isso influencia os demais, que muitas vezes já tem a carreira praticamente em esboço na própria mente. Conviver com gente assim incomoda, mas fazer trabalho em grupo desse jeito é pior do que vocês imaginam. Por isso, independente do curso que você escolheu, não se deixe levar jamais! Se é aquilo que você sempre sonhou ou se você está motivado com o curso, não deixe que alguém diminua essa vontade dentro de você (ou, até mesmo, as suas notas) e continue dando o seu melhor. Como diria Clarice Lispector, “foco, força e fé”! kkkk
            3- Se manter confiante é a base do sucesso: Parece livro de autoajuda essa frase, mas eu aprendi a me valorizar mais desde então e pareço ter me arriscado mais com isso. Às vezes, deixamos muitos sonhos para trás por medo e, ganhando confiança, seja no seu trabalho, no seu amor ou em você mesma, o mundo se vira para te favorecer, é incrível. Aposte no seu instinto e naquilo que você defende. Jamais se deixe na mão, você tem que ser sua/seu bff.
            4- Não deixe o “estou velha demais para isso” te impedir de viver: Jamais faça isso. Sério. Tenho sentido isso muito ultimamente e não estou velha demais para nada (exceto para algumas ressacas que eu conseguia ter com 18 anos e, atualmente, não sei lidar com elas mais). Nunca estarei, mas é claro que enquanto estou nova, eu tenho mais é que viver mesmo e me arriscar. Aproveite enquanto você tem energia e tempo para investir nessas coisas inéditas e diferentes (além de ter tempo suficiente para desistir caso não seja o que você havia planejado)

            5- Você tem toda uma vida pela frente, mas não se esqueça do que já lhe foi ensinado: A vida é repleta de aprendizados e a idade chega para a gente se lembrar e usar os conselhos já recebidos de forma sábia. Sim, temos muito para aprender ainda, mas isso não significa que o que você já sabe é pouco, entende? Por exemplo, já assimilei que não posso colocar os problemas dos outros à frente dos meus, mas às vezes, parece que ninguém nunca me disse isso na vida! É como se entrasse por um ouvido e saísse pelo outro, mas não pode ser assim para sempre. Eu decidi que se eu me lembrasse de todas as vezes que eu fui trouxa por ignorar conselhos já dados, eu seria bem mais feliz. Então anote, redobre sua atenção e vamos parar de maltratar nossa mente e nosso coraçãozinho ignorando dicas para toda vida.
            Resumindo: eu assimilei muita coisa importante quando fiz 20 anos e separei aqui algumas dicas mais importantes para gente viver bem. Quanto às reformas palpáveis (como o meu quarto e meu guarda-roupa), estou em processo e irei disponibilizar mais informações à respeito (vai que interessa vocês ou mesmo inspira alguém a mudar também). Queria fazer um pedido para vocês não desistirem de mim! Farei o que for melhor para mim e para o blog daqui para frente, não se preocupem. Por enquanto é isso e espero que esse post ajude vocês, pessoas tão perdidas quanto eu. 
     
           Até o próximo post, pessoas!



            Oi queridos! Olha quem está de férias! Alô, alô, graças a Deus (deixo aqui meu meme comemorativo kkk)! Esse primeiro semestre de faculdade não foi fácil mesmo, mas eu sobrevivi e, sim, estou preparando já o post completinho com um resumo desses primeiros 6 meses de jornalismo com muito carinho – afinal, espero que vocês se apaixonem tanto quanto eu me apaixonei – e cheio de dicas para quem quiser cursar também. Enfim, enquanto esse post não sai do forno, eu trouxe um pequeno update para vocês de como tem sido a minha vida esses dias anteriores ao meu aniversário (sim, vivo para este dia somente e faltam 6 dias só!) e as festas juninas, que eu tanto amo, com direitos a looks do dia, viu?


            Não disse que tinha look? Usei essa saia da Forever 21, a blusa da Dress To (ganhei ano passado de niver de duas amigas maravilhosas), meia calça, casaco da Ecletic (RJ) e bota da Equipage para ir num bar com música ao vivo, sinuca e etc. E aí, aprovado?
            Bem gente, sai pela cidade estes dias, comi coisas gostosas e encontrei alguns amigos, mas atualmente, me encontro presa à minha cama porque ganhei um presente inoportuno de aniversário adiantado: uma faringite, quase acompanhada de uma sinusite (meu nariz só inflamou, mas a crise acabou não acontecendo completamente). Ou seja, morri, mas passo bem. Na verdade, sofri muito até hoje, quando tomei coragem e fui no médico. Agora estou cheia de remedinhos bons demais da conta que vão me sarar até dia 9 (vou viajar, se tudo der certo). Se quiser acompanhar mais minhas fotos nessas férias, me sigam no instagram (sou super viciada).
            Rezem muito para que eu fique boa para que tenhamos conteúdo no blog, né? Até a próxima!



            Oi gente! Para variar, sumi. Sumi porque o semestre da faculdade está sumindo aos poucos e, no final, a gente estuda loucamente para correr atrás dos pontos perdidos, não é mesmo? Como meu aniversário está chegando (tô quase me sentindo oficialmente adulta! #chateada) e o inverno chega junto com ele, resolvi fazer uma playlist para aquecer nossos corpinhos no inverno, ou seja, para dançar, aprender as letras para cantar nas baladas e para nos animar na hora de levantar da cama (vamos combinar que no frio, a pior parte do dia é acordar).


            O post vai ficar super curto, mas é só para reforçar a ideia de que não abandono vocês jamais, ok? Eu volto até o final dessa semana com mais um post e espero que eu consiga manter mais esse ritmo quando eu entrar de férias. Até a próxima!

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19 anos - Estudante de jornalismo - Carioca, mas reside em Minas - Pensa que é blogueira

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